Senhor, ajude-nos a cairmos sempre prostrados aos seus pés em sinal de constrangimento, submissão e amor!



terça-feira, 19 de janeiro de 2010

LI E GOSTEI, POR ISSO, INDICO

Acabo de ler o livro Deliberadamente Igreja, cujos autores são Mark Dever e Paul Alexander. O primeiro, um pastor muito conceituado nos campos pastoral e editorial; o segundo, um pastor que fez seu estágio na igreja pastoreada pelo Pr. Mark Dever (que honra, diga-se de passagem).
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Trata-se de um livro que mistura teologia pastoral, eclesiologia e teologia prática, ao mesmo tempo em que se parece com um devocional, pois sua composição parte das mensagens proferidas pelo Pr. Mark Dever e preparada pelo Pr. Paul Alexander.
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É claro que não é um compêndio eclesiástico, nem é um livro, cujo objetivo seja o de esgotar o assunto, destarte, nem tudo o que está escrito cabe em nossa realidade, no entanto, uma leitura com um espírito aberto e predisposição para sugar o máximo possível do que se adequa a nossa realidade, indubitavelmente, far-nos-á um líder mais eficaz e compromissado com o reino de Deus.
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Minha sugestão é para que todos leiam essa obra e se aprofunda no tema.
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É hora de nossa Assembleia de Deus repensar o sistema administrativo que a compõe. Cabe, nos dias atuais, a formação de verdadeiros impérios eclesiais?
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Em "Deliberadamente Igreja", percebemos que o nítido é viável, ou seja, Pastor é aquele que pastoreia uma determinada igreja. Que sofre por ela; se entrega por ela; por ela, chora, ri, pranteia, alegra e se doa.
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Sola Scriptura

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

CPAD X BÍBLIA DAKE: O QUE É ISSO?

Nunca me esqueço de que nos idos de 1984 um pastor, muito amigo meu, disse-me que foi aconselhado pelo Pr. Gesiel Gomes a estudar inglês e adquirir um exemplar da Bíblia Dake. Segundo o Pr. Gesiel Gomes, essa Bíblia de Dake era a ferramenta mais utilizada pelos pregadores e ensinadores no meio evangélico; uma ferramenta quase que singular, na ocasião.
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Nunca me esqueço de um sermão do Pr. Ricardo Gondim, no IBAD, em Pindamonhangaba, SP. Quase encerrando seu sermão, ele disse, em alto e bom tom: "... nós precisamos dos batistas para nos ensinar história da igreja, dos presbiterianos para nos ensinar teologia pastoral, dos metodistas para nos ensinar teologia sistemática; sim, pois são os livros destes autores e destas editoras que estão sendo usados em nossos seminários. Isso se dá, porque nossa literatura é uma mesclagem de mediocridade com mau gosto...". Confesso que fiquei boqueaberto com seu sermão, enquanto os alunos do IBAD aplaudiam-no de pé, mas consegui enchergar e captar sua mensagem nos anos entre 1992 e 1995 - período em que passei nas cadeiras do IBAD.
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O que esses dois episódios tem em relação ao lançamento, pela CPAD, da Bíblia de DAKE? Digo que algumas, e que devem ser enumeradas e defendidas:
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a) Penso que chegou a hora da nossa querida CPAD lançar obras, cujos autores não sejam adeptos de uma corrente teológica defendida pela nossa Casa. É óbvio que sendo a CPAD uma editora confessional, cabe sempre uma nota explicatória, e temos homens capazes de fazê-la; o que não se pode aceitar é que por conta de se seguir uma linha teológica, coloque-se uma mordaça numa editora do tamanho e dimensão de nossa CPAD. Alia-se a esse pressuposto o fato de nossa querida Assembleia de Deus ser uma instituição formada por homens que passaram por seminários, leram bons livros e hoje possuem condições de dialogar e pensar teologia e doutrina sem a ideia de que possui a única verdade espiritual dada por Deus numa caixa embrulhada como presente de natal.
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b) Penso que chegou a hora de continuar com o zelo pela doutrina e por uma teologia ortodoxa, mas não se deve, em nome desse zelo, pensar infantilmente que nossos membros, ávidos pelo saber, não estejam lendo sobre tudo. Acabo de ler um artigo no blog do querido Pr. Esdras Bentho - por quem tenho um enorme carinho e respeito por sua capacidade intelectual - sobre Bultmann. Diga-se de passagem, uma excelente abordagem, mas o fato é que isso mostra que o Pr. Bentho, funcionário de nossa CPAD, é leitor da teologia Bultmanniana.
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Fiz seminário no IBAD e não li muitos livros da nossa Casa Publicadora, exatamente por que não respondiam às minhas dúvidas. Não se pode privar uma grande editora como a CPAD de publicar boas obras, muito menos os membros de nossa Assembleia de Deus de lerem boas obras, e obras revolucionárias, tais como "O Novo Testamento Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo" de Champlin e a "Bíblia de Dake".
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c) Penso que nossa CPAD, ao lançar a Bíblia Dake, dá um grande passo e se coloca na vanguarda, enquanto uma editora séria e comprometida com o aprendizado e embasamento doutrinário e teológico de todos aqueles que se colocam como seus leitores (que não são somente assembleianos). É chegado o momento em que os livros de nossa Casa Publicadora estarão nas mesas dos nossos seminários. Oro ao Senhor para que tenhamos livros genuinamente teológicos escritos por teólogos brasileiros e editados pela CPAD nas prateleiras e mesas de nossos pastores e seminaristas. É salutar que alguns se levantem em defesa de uma CPAD fechada, voltada somente para uma parte do povo assembleiano, uma parte por que nem todos os assembleianos são arminianos e pré tribulacionistas. É salutar que haja uma preocupação com os "indefesos", mas para esses, minha palavras é que um povo copm conhecimento não é levado por ondas de doutrinas falsas.
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d) E, em último lugar, penso que a CPAD se quiser, e creio que queira, continuar sendo uma editora confessional, isso não a impossibilita de lançar obras que não pertençam à sua linha teológica, basta apenas que faça um adeno no início da obra, e exclua aquelas partes que firam os princípios e baluartes de nossa fé pentecostal.
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Confesso que quero muito presenciar o dia em que o próprio Pr. Ricardo Gondim, ou outro que seja, pregue uma mensagem dizendo que aprendemos teologia sistemática, história da igreja, homilética, etc, com os escritores teólogos assembleianos.
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Sola Scriptura

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

COM VERGONHA DO EVANGELHO

Nesse final de semana reli o livro "Com Vergonha do Evangelho" - John MacArthur Jr., Editora Fiel, 2004. Li novamente esse livro, primeiramente por que sou amante da boa literatura, e depois, por que é um livro atualíssimo. O autor aborda e critica com veemência os postulados da chamada "igrejas amigáveis".
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Quero deixar aqui um fragmento muito interesante:
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"Portanto, as novas regras são: seja esperto, informal, positivo, suscinto e amigável. Jamais afrouxe a gravata. Não deixe o auditório ver o seu suor. E jamais, jamais, use a palavra 'inferno'.
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(...)
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"Mas, de fato, a verdade das Escrituras está sendo comprometida, ao ser descentralizada e quando, para forjar uma amizade com o mundo, verdades duras são evitadas, diversões insípidas tornam o lugar da sã doutrina e uma verdadeira ginástica semântica é utilizada a fim de evitar a menção das verdades severas das Escrituras Sagradas.
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(...)
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"... A igreja certamente não manifesta uma superabundância de pregadores sinceros e objetivos; de fato, ela parece repleta de ministros que adulam os homens."
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Sola Scriptura

sábado, 31 de outubro de 2009

Reforma Protestante, 492 anos depois

"É preciso exortar os fiéis a entrarem no céu por meio de muitas tribulações, em vez de descansarem na segurança de uma falsa paz"
Martin Lutero - 95ª tese.
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No dia 31 de outubro de 1517, por não aceitar os pressupostos doutrinários e teológicos (principalmente na questão soteriológica) aliado à "neo-ortopraxia" em que a Igreja estava mergulhada, o Frei Martin Lutero fixa às portas da Igreja Católica do Castelo de Wittenberg, na alemanha, suas 95 teses. O impacto desse ato foi tão grande que se tornou um divisor de águas na história.
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Claro que a Refora foi, de um certo modo, preparada. Ela não acontece "da noite para o dia". Havia um pano de fundo histórico que assegurava esse desfecho. No entanto, coube a Lutero romper com os interesses teológicos e, principalmente, econômicos da Igreja Católica.
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Hoje, comemoramos o 492º aniversário da Reforma Protestante. O que está acontecendo com o ideal de Igreja defendido pelos reformadores?
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Minha querida Assembleia de Deus, em nível nacional, está mergulhada em uma crise política. Na ânsia de conquistar o poder (presidência da CGADB e, consequentemente, gerir a CPAD) nossos líderes se engalfinham de modo sórdido. Não se preocupam com as almas ao fundarem igrejas, mas, sim, em diminuir o espaço do "adversário". Então, um líder, sob a tutela da presidência, abre uma igreja no território eclesiástico do líder derrotado na eleição. E o faz, porque esse líder derrotado, vai à Rede de televisão aberta e faz acusações seríssimas à Direção da CGADB. Em conta-partida, o líder derrotado e que se sentiu afrontado por "perder" parte do território eclesiástico, aceita a presidência de uma Assembleia de Deus na cidade de São José dos Campos, SP, ou seja, entra no território eclesiástico do presidente da CGADB.
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Enquanto isso, oramos pedindo ao Senhor que nos envie homens com o espírito de Lutero, para pregar contra essas heteropraxias. Não adianta dizer que há paz, porque, caso haja, ela é falsa. É preciso apontar o erro, colocar o dedo na ferida, extirpar o "carnegão", mesmo que, com estas atitudes, enfrentemos tribulações e perseguições por parte dos supostos líderes e homens de Deus.
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Em minha cidade, Angra dos Reis, a voz de Lutero também precisa ecoar. Ainda se discute costumes como se fossem doutrinas; ainda se tenta vender a salvação como a igreja fazia antes da Reforma (através da venda de indulgências); ainda acobertam pecados; ainda perseguem os que lutam por um evangelho que não se submete ao poder temporal. Há aqueles que lucram em nome do evangelho, que tomam partido e afirmam que a igreja comrpou essa ideia. Ainda há os que não visitam as ovelhas, aqueles que não pastoreiam, apenas dirigem igrejas. São os empresários religiosos.
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Meu Deus, precisamos de Luteros para esse século! Precisamos de homens que sejam destemidos, que tenham coragem e não tenham de que se envergonhar. Precisamos de homens que atuem com ousadia, sem desrespeito, mas com destreza e dureza.
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Não precisamos de novas igrejas, precisamos de uma Reforma dentro das igrejas que já existem.
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Hoje é dia de reflexões profundas. Muitos, mas muitos homens de Deus morreram defendendo um evangelho santo, separado; um culto aberto e livre; uma total separação do estado; uma completa ojeriza ao profano; um ódio ao pecado. Em luta pelo evangelho de Cristo, em memória aos mártires da Reforma, lutemos contra tuto e todos que queiram voltar ao casamento com o pecado, o profano, o mórbido. Sejamos esse homem!
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"Considerando que vossa soberana majestade e vossos honoráveis demandais desejam uma resposta plena, isto digo e professo tão resolutamente quanto posso, sem dúvidas e nem sofisticações, que se não me convencerdes através do testemunho das Escrituras (pois não dou crédito nem ao papa e nem aos seus concílios gerais, que têm errado muitas vezes, e que têm sido contraditórios contra si mesmos), a minha consciência está tão ligada e cativa destas Escrituras que são a Palavra de Deus, que não me retrato nem posso me retratar de absolutamente nada, considerando que não é piedoso nem legítimo fazer qualquer coisa que seja contrária à minha consciência. Aqui estou e nisto descanso: nada mais tenho a dizer. Que Deus tenha misericórdia de mim!”. (Martinho Lutero)
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Sola Scriptura.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Algumas indagações sobre a Expo Cristã em Angra

Como é de conhecimento dos angrenses, em dezembro próximo acotecerá a Expo Cristã. Estava ouvindo, como de hábito, a rádio Sara Brasil, quando fui impactado por um comercial afirmando que entre os dias 02 e 06 de dezembro acontecerá "o maior evento gospel do Brasil".
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Em outra oportunidade, já me pronunciei sobre o que penso a respeito desse evento. No entanto, farei outro pronunciamento. Penso que a comunidade angrense merece um evento de tamanha proporção, mas não às custas do evangelho sóbrio, bíblico e cristão. Daí, sinto-me impactado por algumas indagações que não me permitem calar:
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Por que algumas lideranças evangélicas lutam para se ter uma Expo, quando o próprio poder público já se manifestou contrário à Prefeitura financiá-la?
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Por que, já que a Prefeitura se rendeu e vai realizar a Expo esse ano, essas lideranças não permitem que o próprio poder público, seja através de alguma Secretaria ou órgão competente, seja o gestor do dinheiro, cabendo aos líderes evangélicos a confecção da programação? Sim, por que pesa sobre essas lideranças algumas indagações sem respostas, cito apenas uma: Por que se criar da noite para o dia a Instituição Oasis - que, na prática, não prestou nem presta nenhuma atividade voltada para aquilo que foi instituída - só para que a Prefeitura pudesse injetar uma quantia exorbitante?
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Por que levar "o evangelho" a se submeter ao poder temporal de forma tão infame, como ao que aconteceu na última edição da Expo, quando todos os participantes eram "obrigados" a ler um papel citando determinado nome? O evangelho não pode se submeter a atitudes dessas. A Expo não pode ser realizada às custas da autonomia evangélica.
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Por que não compete ao Conselho de Pastores, e sim a uma comissão (com intervenção do poder público para sua confecção), uma atuação mais presente nos detalhamentos desse evento?
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Por que quem deseja montar um stand precisa falar com o Pastor A ou o Pastor B, dando a entender que há cotas e que os valores recebidos por tais Pastores sobre os aluguéis dos stands não passam por uma fiscalização?
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Por que a Expo Cristã é tão importante ao ponto de levar algumas lideranças a "mendigar" à porta da Prefeitura?
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Há algo muito estranho, pois foge aos anseios da massa evangélica que só deseja adorar e servir ao Senhor Jesus Cristo com fidelidade. Confesso que acredito piamente num povo que deseja a importância do evangelho de Cristo ao joelho dobrado diante do poder temporal para se obter uma expo que só nos trouxe agravos e nos apequenou diante da sociedade.
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Por quê? Por quê?
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Sola Scriptura

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Missionária RUTH DORRIS LEMOS está com o Senhor

Aprouve ao Senhor, às 12:30 hs de hoje chamar a nossa querida Missionária Ruth Dorris Lemos, carinhosamente chamada por todos nós de irmã Dorris.
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Confesso que irmã Dorris foi um referencial para mim, como, creio, fora para todos que a conheceram. Uma mulher que falava com os olhos; meiga, mas firme em seus posicionamentos. Uma das grandes brasileiras, pois, fiel ao chamado, escolheu o Brasil para ser seu chão e os brasileiros para serem seus discípulos.
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Estamos tristes com sua partida, mas ao mesmo tempo convictos de que o Senhor a chamou para lhe oferecer momentos melhores e mais deliciosos ao seu lado.
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Esperamos e cremos que o Senhor conforte os nossos corações e principalmente de seus familiares, dentre os tais, cito seus filhos genros e nora: Pr. Marck Lemos, Rebeah, Raquel, Pr. Samuel Câmara, Pr. Cláudio Rogério e Mis. Elba Lemos.
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William de Jesus, Pr.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

"Eu vos nomeei..."

No momento em que Jesus se dirige à igreja, ali representada pelos discípulos, e afirma que foi ele quem a nomeou para a realização de sua obra, caem por terra alguns questionamentos que insitem em aparecer como baluartes de uma doutrina supostamente bíblica.
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É interessante atentar para a voz verbal nesse texto. O texto está na voz ativa, ou seja, o sujeito da ação (Jesus) é quem a pratica; desta forma, a ação verbal recai sobre o objeto (Discípulos). Destarte, os discípulos não nomeiam, muito pelo contrário, são nomeados; sofrem a ação. O agente é, como sempre foi e continuará sendo, Jesus.
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Quantos estão se auto-nomeando; quantos estão se auto-promovendo no meio evangélico; entrando e se portando como ovelhas (muitas vezes, até, como pastores), quando na verdade, são mesmos lobos devoradores. São pessoas que não se interessam pelo real cumprimento na ordem de Jesus; não se revestem da responsabilidade inculcada no objeto passivo, outorgado pelo sujeito agente.
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O momento é de muita reflexão, pois não se percebe só a nomeação dos discípulos, mas quem os nomeou - o Senhor Jesus. Quem os nomeia é o próprio Cristo! Não se pode entender o evangelho do Cristo se primeiro não lutar para entender o que é ser realmente submisso incondicionalmente a Jesus.
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Muitas vezes me pego pensando na realidade mórbida que permeia nossa atmosfera religiosa cristã. Muitos se nomeando e nomeando outros; e no afã das "nomeanças" o real objetivo pelo qual Jesus nomeouos discípulos esvazia-se.
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Pense nisso!!
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Sola Scriptura.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

IBADAR TEM TURMA DE BACHARELADO EM TEOLOGIA

O Instituto Bíblico das Assembleias de Deus em Angra dos Reis - IBADAR - situado na Rua Dr. Moacyr de Paula Lobo, 179, Centro, Angra dos Reis, RJ; firma parcerias importantíssimas no que diz respeito ao enriquecimento dos seus alunos. Para o próximo ano está certo a implantação da turma de bacharelado com aulas regulares, com possibilidades de convalidação de diploma por uma Universidade, sobre a qual depois falaremos.
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Você que tem uma chamada para o ministério, o IBADAR é o lugar para o seu preparo. Com amplas salas de aulas, uma modesta biblioteca e professores integrados ao exercício do ministério acadêmico, o IBADAR desponta como uma Instituição de Ensino Teológico séria e compromissada com o aprendizado de seus alunos.
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Venha nos fazer uma visita.
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Sola Scriptura

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A 2ª ESCOLA BÍBLICA FOI UMA BÊNÇÃO - PARTE II


Foram cinco noites memoráveis. Na terceira noite, dia 12 de agosto, a preleção ficou sob a responsabilidade do Pr. Ezequias Amâncio Marins - titular da IBACEN (Igreja Batista Central na Japuíba em Angra dos Reis). Na ocasião, foi aboradado o tema: "O avivamento e a obra missionária". O Pr. Ezequias dissecou o tema sob a passagem bíblica do profeta Jonas. Foi, na verdade, um amálgama de sabedoria com graça. Os que estiveram presentes foram brindados com uma palestra proferida por alguém que se preparou tão bem que parecia que o Pr. Ezequias havia estado com Jonas, tamanha foi a profundidade com a qual ministrou.
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Afirmou que o avivamento traz consequências singulares, dentre elas, o amor incondicional pela obra missionária. "Viajou" pelos avivamentos ao longo da história e seus envolvimentos com a obra missionária. Destacou dois grandes avivamentos que desembocaram em paixão por missões: entre os morávios e os zulus.
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Foi, sem dúvida alguma, um dos pontos altos de nossa 2ª Escola Bíblica.
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Na quarta noite, dia 13 de agosto, a palestra ficou sob a responsabilidade do Pr. Eliezer de Lira e Silva. Com uma graça que lhe é peculiar e um modo sistemático, o Pr. Eliezer dissecou o tema: "O avivamento e o revestimento de poder". Sua proposta foi transmitir aos presentes que o revstimento de poder perpassa pelas emoções, mas não para nelas. As emoções pertencem ao homem, o revestimento de poder pertence a Deus; logo, o homem pode e deve prestar ao Senhor um culto racional (Rm 12). Aproveitou o momento e o tema para precisar que o revestimento de poder e o avivamento não necessariamente são caracterizados pelos "pula-pula" que se veem nas igrejas hoje em dia.
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Ao término, levou os presentes a uma reflexão profunda e uma oração. Foi um momento mágico... uma entrega total.
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Na quinta noite, dia 14 de agosto, última noite de nossa 2ª Escola Bíblica, a palestra ficou na responsabilidade do Pr. Geremias do Couto. Na oportunidade o Pr. Geremias dissecou o tema: "As características do verdadeiro avivamento". Sua palestra permeou sob o prisma da atualidade. Foi uma palestra informal somada a uma graça peculiar. Levou os presentes a refletirem sobre o que vem acontecendo nos dias atuais sob o rótulo de avivamento. Muitos entenderam que o avivamento bíblico e genuíno produz características tais que nos levam a entender e aceitar o que acontece hoje pode ser movimentos, mas jamais avivamento.
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Foi uma palestra muito boa. Todos saíram com gosto de "quero mais".
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Louvamos ao Senhor pela oportunidade que nos concedeu de estarmos cincou noites - entre os dias 10 e 14 de agosto - sentados a sua mesa a fim de saborearmos os quitutes espirituais do avivamento. O Senhor reservou para nós momentos inesquecíveis. Cinco palestras, cinco homens de Deus que usados pelo Senhor fizeram com que aprendêssemos muito acerca daquilo que o Senhor quer que aprendamos sobre o verdadeiro avivamento. O avivamento que produz algo em nós e que provem do Senhor.
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Sola Scriptura.

IMAGENS DA 2ª ESCOLA BÍBLICA DO MINISTÉRIO SUL FLUMINENSE - PARTE II