Senhor, ajude-nos a cairmos sempre prostrados aos seus pés em sinal de constrangimento, submissão e amor!



segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Uma rápida reflexão sobre a "teologia" dos neo pentecostais

A Teologia que já foi considerada a "águia ciência" nos idos da Idade Média - tudo bem que nesse período dominava o mundo acadêmico e, por conseguinte, o mundo em geral -; sobreviveu aos ataques do Iluminismo do século XVIII - desde o positivismo de Augusto Comte, passando pelo cientificismo de Darwim e as consequências da Revolução Industrial; e conseguiu, com êxito, responder às expectativas da sociedade do século XX comhomens da extirpe de Paul Tillich, Barth, Bonhoeffer, mais recentemente John Sttot, dentre muitos outros; é bem provável que esteja sofrendo um dos seus maiores ataques, exatamente porque se trata de um ataque interno.  Seria como "cortar na própria carne".

A teologia dos neo pentecostais, propositadamente escrita com letra minúscula, pois minúsculos são seus postulados, conhecida também como teologia da prosperidade, infelizmente não vem servindo aos ideais cristãos.  Penso que é um sistema que estrutura projeto de poder e não de Reino.  Um arcabouço que trabalha as misérias e o desespero do homem moderno; ensina categoricamente a negociata com Deus (como se Deus aceitasse tal atitude).  Essas práticas, aliadas ás aberrações teóricas tais como o corpo de Jesus se equivaler ao de Satanás, conforme Hagin em seu livro "O nome de Jesus", e outras tantas; fazem com que reflitamos sobre as instituições que têm essa teologia como fundamento teórico - principalmente o movimento neo pentecostal.

O Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana no Brasil, reunido no primeiro semestre de 2010, decidiu tomar as igrejas neo pentecostais IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) e IMPD (Igreja Mundial do Poder de Deus) como seitas e rebatizarem seus membros que forem para a IPB.  Essa decisão não foi tomada por motivos que não seja o doutrinário.  Há inúmeros motivos para alguém contradizer tal decisão, mas nenhum perpassaria pelo zelo da sã doutrina, e confesso que é isso que vale.

Penso que outras denominações sérias deveriam se posicionar também sobre tais movimentos neo pentecostais que se fundamentam na teologia da prosperidade e em atitudes que fazem da "igreja" mais um comércio do que instituição portadora das verdades eternas.

É isso.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

"O mundo chegou à maior idade"

Dietrich Bonhoeffer, pastor e teólogo alemão nos idos da segunda Grande Guerra; para mim particularmente, mártir também; foi um homem que dedicou toda sua vida no trabalho incansável de viver a plenitude do Evangelho levando essa máxima a todos de sua geração.  Na luta contra os ideais Hitlerianos, Bonhoeffer agiu como um Elias ou João Batista, confrontou o "líder" tirano "na cara".  Suas mensgens eram claras, nítidas e com endereço certo.

No entanto, Bonhoffer não se preocupava só com a questão de Hitler; muito pelo contrário, ele possuía um grande fervor na alma que desembocava numa chamada à reflexão.  Dentre suas múltiplas frases de impacto, está a de que "o mundo chegou à maior idade e não precisa mais de Deus".   Aparentemente, pode parecer uma frase louca, sem pé e sem cabeça; diria chocante até mesmo.  Olhando, porém, com cuidado e lendo-a à luz do contexto em que ele vivia, podemos concluir que se tratava de uma realidade sólida e transparente.

O mundo chegou à maior idade.  Trata-se de questionamentos, pseudos valores implantados e regressão aos bons costumes por parte de sua geração.  E nossa também.  Aliás, é exatamente isso que vivemos nos dias atuais (daí a mensagem de Bonhoeffer ser atual); homens sem escrúpulos estabelecendo em nome de instituições que apoiam o erro e o pecado, dizerem o que pensam, formarem opiniões e estabelecerem parâmetros.  Sim, o mundo chegou à maior idade; não precisa mais de aval alicerçado na crença e no temor de uma religião.  O mundo chegou à maior idade por não se submeter, sem indagação alguma, a qualquer sistema de valores;  o mundo chegou à maior idade quando demonstra que não há mais amarras nem grilhões; quando afirma que responde pelos seus atos (mesmo não sabendo o que diz).

E nós, o que faremos?  Primeiro pensemos que nessa mesma linha, pode-se afirmar que a igreja chegou à maior idade também.  Uma igreja que se alia ao mundo em seus projetos, ações e políticas, vedadeiramente chegou à maior idade.  A igreja que não consegue mais se submeter ao senhorio de Cristo, tal qual a criança se submete ao seu pai, ou seja, de forma e modo incondicional, sem perguntas, sem ilações, apenas confiando; essa igreja chegou à maior idade.  Uma igreja que usa de todos os meios para conquistar seus próprios interesses em nome de uma adoração, evangelismo e "avivamento", verdadeiramente chegou à maior idade.

É.... chegamos à maior idade.  Tal qual nosso pastor Bonhoeffer, cabe aos que ainda se sentem como dependentes de Seu Senhor, bradar nesta terra.  Fazer sua voz soar para que todos entendam que chegar à maior idade não quer dizer independência, mas aproximação ao suicídio moral e espiritual; chegar à mior idade não tem a conotação de liberdade plena para fazer o que quer, muito pelo contrário, tem o sentido de se deixar aprisionar pelos ideais infernais.  Chegar à maior idade significa retrocesso, atraso e retorno.  O melhor de tudo não é chegar à maior idade, mas se sentir sempre como criança dependente de Jesus; é se sentir como tendo o Senhor como responsável pelos seus atos.

O mundo chegou à maior idade?   Eu não.

É isso.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ei, estou aqui!

Comungar é estar com o Senhor face a face;
É sentar à mesa nutrindo o doce prazer de Sua presença;
É não afastar o olhar fito nEle nem por um instante;
É sentir seu hálito bem de perto.

Dialogar é falar palavras simples com profundidade;
É balbucear soletradamente palavras soltas;
É afagar os ouvidos com expressões de alento e amor;
É ouvi-lO dizer com prazer:

"Ei, estou aqui!"

Pense nisso.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Espiritualidade Subversiva

Comecei a ler um livro que está me marcando muito.  Trata-se da obra "Espiritualidade Subversiva", cujo autor, Eugene Peterson, é uma referência na teologia cristã contemporânea.  Um pastor presbiteriano que tem pautado sua vida nos princípios sólidos de uma fé viva.  Como todos aqueles que se deixam levar pelo Espírito Santo sem fazer questão dos holofotes, Peterson desenvolve seu ministério nas pegadas dos santos de Des.

Esta obra está editada em português pela Editora Mundo Cristão.  Recomendo a leitura.  Deixo aqui registrado dois pensamentos fortíssimos:

"Quando as pessoas mandam que vocês leiam mais, quero dizer que leiam menos; quando as pessoas estão mandando que façam mais, quero dizer que façam menos.  O mundo não necessita ter mais de você; ele necessita ter mais de Deus.  Seus amigos não necessitam ter mais de você; necessitam ter mais de Deus.  E você não necessita ter mais de vôcê; necessita ter mais de Deus."

"A vida cristã consiste naquilo que Deus faz por nós, não no que fazemos por Deus; a vida cristão consiste naquilo que Deus diz a nós, não no que dizemos sobre Deus."

É isso.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Pensamentos

A saudosa missionária Ruth  Dorris Lemos, conhecida por irmã Dorris, sempre ao iniciar uma mensagem na capela do IBAD dizia que gostaria de compartilhar alguns pensamentos.  Penso que é isso mesmo.  Uma mensagem não pode ser outra coisa que não o compartilhamento de pensamentos. 

Uma mensagem deve ser preparada através da leitura sistemática do texto bíblico, acompanhada de oração.  Após esses dois sustentáculos, deve vir a leitura de outras obras de apoio.  Todavia, a dependência do Espírito Santo é essencial, ou seja, há a necessidade de se ter uma atenção redobrada naquilo que o Senhor fala ao coração de quem está preparando a mensagem para que se fale "apenas" e tudo o que Ele quer. 

A mensagem preparada são pensamentos alicerçados na espiritualidade sadia.  É a crença incondicional de que se trata de uma revelação do Senhor sobre um determinado tema e que será uma profecia para os presentes.  Entende-se, também, que todos os presentes estão ali porque foram induzidos pelo Senhor para que ouçam Sua voz através da mensagem previamente preparada.  Destarte, o que se dá, então, é uma exposição de pensamentos solidificado no anseio do Senhor em falar tudo ao seu povo.

A exposição desses pensamentos é a interação com o público.  Ali todos estão em um mesmo espírito.  Uns para ouvir outros para expor, mas o espírito é o mesmo.

Então, que exponhamos de forma correta, responsável e submissa tudo aquilo que o Senhor determina no momento em que se prepara uma mensagem.

É isso.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sobre a 4ª Escola Bíblica Sul Fluminense

A realização da Escola Bíblica Sul Fluminense é um projeto da Faculdade Teológica Sul Fluminense - FATESF - dirigida pelo Pr. William de Jesus, com a Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério Sul Fluminense, presidida e dirigida pelo Pr. Josias Martins Ferreira.  Esse ano realizaremos a 4ª edição sob o tema: "A Igreja e os Desafios da Pós Modernidade", e acontecerá entre os dias 12 a 16 de dezembro do corrente ano.

Alguns nomes já confirmaram presença, dentre eles:  Pr. César Moisés; Pr. Renato Vargens; Pr. Samuel Torralbo; Pr. Renato Rubim, dentre outros.

Orem para que consigamos fazer nossa parte com seriedade e responsabilidade, pois o Senhor, com certeza, fará a parte dEle, que é nos brindar com as ricas bênçãos dos céus.

É isso.



terça-feira, 9 de agosto de 2011

AMO AS PALAVRAS, MAS AMO MAIS AS AÇÕES!

Interessante a forma como podemos utilizar das palavras para nos posicionar em relação ao mundo que nos rodeia.  Tomar uma posição em determinado assunto, vai muito além da exposição, mesmo coerente e ética.  Assumir uma posição é a forma mais brilhante de se apresentar, se expor.  O bom disso tudo é quando sabemos manusear as palavras com eficácia.

Não é fácil trabalhar as palavras de forma filosófica e literária ao ponto de atingir o ápce de se estabelecer um processo fecundo de comunicação fundamentado na racionalidade sadia e na beleza poética.  Há quem diga, inclusive, que isso pertença aos acadêmicos ou aos agraciados pelo dom sobrenatural e inato.  No entanto, é fato que a busca incansável pelo aprendizado das palavras e o uso disseminado desse conhecimento faz do ser humano um ser mais envolvente e atraente.  Sim!  O uso das palavras envolve e atrai!

Melhor, porém, ainda, é quando as palavras são acompanhadas, e bem acompanhadas, pelas ações.  As ações determinam o ser.  Nunca me esquecerei da frase dita por um profesor no Seminário:  "Ortodoxia sem graça é heterodoxia; ortodoxia com graça é amor".  Aquele que consegue viver a plenitude do amor, consegue o belo consequente da união entre as palavras dóceis e a práxis envolvente.

Ninguém menos que o próprio Jesus combateu as palavras soltas ao vento.  O que seria isso?  Palavras soltas ao vento?  São as palavras desacompanhadas das ações.  É o discurso pelo discurso.  A letra pela letra.  As ações é que dão vida à existência; dão sabor à vida!  Por isso, reafirmo que amo as palavras, mas amo mais as ações.

É isso


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Morre Jonh Stott aos 90 anos

Hoje, na cidade de Londres, Inglaterra, morreu o teólogo anglicano Jonh Stott.  Sttot foi, sem dúvida, um dos maiores pensadores do século 20.  Ao lado do evangelista Billy Graham, formou uma dupla que moldou uma geração.  Billy Graham nas mensagens expositivas e evangelísticas levando milhares aos pés de Cristo; enquanto Jonh Stott implantava uma nova concepção de teologia voltada para os anseios do século 20.

Seria ingenuidade de minha parte citar um livro de Sttot como sendo "o livro"; haja vista, sua obra  ser composta por inúmeros livros que vão desde a exposição sistêmica de uma teologia sttotiana até a exposição coerente de textos bíblicos como a série editada pela ABU.  No entanto, de todos os livros que li de Sttot - e foram muitos - preciso destacar "A cruz de Cristo".  Nessa época, estudava no IBAD, em Pindamonhangaba, SP; e fui impactado pelo livro.  Li "A cruz de Cristo", fiz resenha, resumo, comentário e ainda há assuntos a serem explorados.  Lembro de uma mensagem que preguei na capela do IBA baseada nesse livro.  Hoje comecei a reler "A cruz de Cristo".

Penso que Sttot serviu ao evangelho em sua forma plena.  O mundo perde... o céu ganha.

Os gigantes estão "caindo", cabe a nós levarmos em frente o legado deixado por eles.

É isso.


terça-feira, 26 de julho de 2011

Eklesia X Instituições Para-eclexiásticas

"E Jesus, respondendo, disse-lhe:  Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque
não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai, que está nos céus.
Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a MINHA IGREJA,
e as portas do inferno não prevalecerão contra ela."  (Mt 1617,18)


Tenho observado que muitas pessoas, já há muito tempo, fazem leituras do texto sagrado, comprometida com o conceito prévio.  Daí se tem a interpretação conveniente.  Muitas pessoas  negam a infalibilidade papal, mas afirmam a intocabilidade dos pastores.  Confundem instituições fundadas e dirigidas por pastores (que são para-eclesiásticas) com a Igreja de Cristo.  A Igreja é intocável, inviolável e sem pecado.  Já as instituições para-eclesiásticas.........

Interessante que, para sustentarem atividades que, em alguns casos, comprometem o evangelho genuíno, apegam-se aos textos dirigidos aos pastores da Eklesia (Igreja) - os verdadeiros "anjos do Senhor".  Penso que instituições, tais como Convenções, Associações, Conselhos, Comissões, etc; são para-eclesiásticas e não devem ser confundidas com as prerrogativas da Igreja do Senhor.  Igreja de Cristo é dirigida por Pastores "anjos do Senhor"; instituições que comprometem os pressupostos da Igreja são dirigidas por pastores portadores de credenciais.

Tenho pra mim que as instituições para-eclesiásticas são importantes também, não devendo atrituir a elas o que a Bíblia atribui à Igreja.  Mesmo sabendo que os maiores escândalos acontecem nas instituições para-eclesiáticas reafirmo a importância delas e a importância de sua gestão ser feita por verdadeiros homens de Deus.

Aqui em Angra dos Reis, temos o Conselho de Pastores (CPAR), muito bem dirigido pelo Pr. Pedro Lucena, um homem íntegro e sincero, aliado à nobreza de um grande amigo.  Tenho observado, desde sua posse - num culto em que estive presente -, a vontade, a luta e o desejo do Pr. Pedro Lucena em fazer do CPAR, um conselho que caminhe pelo caminho por que foi proposto.  Sei que por motivos alheios, o CPAR aderiu a um sistema literalmente para-eclesiástico, e que será árduo o trabalho de quem desejar fazer com que ele volte a ser um conselho de homens respeitados e honrados pela vida diária; um conselho de homens que se reúnem para a oração, meditação na Palavra e uma social regada ao amor em Cristo e à amizade sincera.  No entanto, acredito que o Pr. Pedro Lucena está no caminho certo e que tem todas as prerrogativas para fazer essa condução.

A Eklesia não traz problemas, confusões nem exposição do contraditório, até porque não há contraditório.  A Eklesia é a Igreja de Cristo, aquela sobre a qual ele mesmo diz "...minha igreja...".  Ora, a Igreja de Cristo é de Cristo, logo, uma igreja sem problemas, sem dificuldades, sem lutas.  Instituições regadas nos problemas são instituições que lutam para fazer a vontade de Cristo, mas não são de Cristo como o é a Eklesia.

Uma outra instituição para-eclesiástica, sobre a qual me proponho a pensar é a Convenção Geral (CGADB).  Estamos caminhando para o ano de 2013, ano de eleição para a Mesa diretora.  Penso que precisamos pensar numa terceira via, como muito bem tem pregado o Pr. Geremias do Couto.  Acredito nos ideais do Pr. Samuel Câmara, penso até que chegou sua vez.  Acredito na história rica do Pr. José Welington.  Mas sou favorável a uma terceira via nos moldes complartilhado pelo Pr. Geremias do Couto.  Penso que as Instituições para-eclesiásticas devem ser geridas com seriedade para que não sejam alvos fáceis para a "oposição".

São por motivos semelhantes a esses e a crença de que instituições para-eclesiásticas não podem nem devem ser ingualadas à Santíssima Igreja do Senhor Jesus Cristo que continuarei expondo, sempre respeitando pessoas, meus pensamentos sobre ideias, modelos e métodos.

É isso.


segunda-feira, 25 de julho de 2011

"À sombra do onipotente"

O Salmo 91 é um salmo ímpar em muitos aspectos, inclusive o de sua autoria anônima.  Quanto ao anonimato de sua autoria, cabe ressaltar que a tradição judaica atribui ao autor do salmo anterior a autoria do salmo, cujo autor é desconhecido; destarte, a autoria do Salmo 91 é, conforme a tradição judaica, atribuída a Moisés, que é o autor do Salmo anterior, 90.

Outro ponto de suma importância quanto ao Salmo 91 é a relação de causa e consequência.  A causa está intrínseca ao fato de haver uma submissão incondicional, "Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo...".  Habitar no esconderijo do Altíssimo tem a conotação de se submeter ao Altíssimo.  Morei, por quatro anos, nas dependências do IBAD, e lá havia regras a serem seguidas; depois morei mais quatro anos na casa de um amigo, quando fazia Faculdade de Letras em Minas, e lá também havia regras.  Só habita no esconderijo do Altíssimo, aqueles que conseguem se submeter às regras impostas pelo altíssimo.

Aí, então, está a causa - submissão ao Altíssimo - para se conquistar a consequência, "... à sombra do onipotente descansará."  Descansar à sombra do onipotente é muito mais do que descansar em uma cama após um longo dia de trabalho; é não ter preocupação com os problemas diários.  É não lutar nem batalhar, mas ter a consciência de que sua luta, agora, é a luta do Senhor.  Descansar é descansar.  Não se preocupar com absolutamente nada, pois os que habitam e, por conseguinte cumprem as regras impostas pelo Altíssimo, tendem a descansar à sombra do Onipotente.

Pense nisso.