Como amante do bom debate e consciente de que estamos às portas de um verdadeiro colapso social, passo e divulgar o post de meu amigo Pastor Geremias do Couto. Leiam atentamente tirem suas conclusões:
"Na postagem anterior grifei alguns pontos que considerei da maior relevância na discussão do PNDH 3. Vamos a eles.
Muito se fala do PLC 122/06 - a chamada lei da mordaça- da aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, da aceitação de todas as configurações familiares constituídas, mas há no PNDH 3 um complemento para o qual temos dado pouca atenção e no qual se baseiam todas as propostas em curso nessa área. Ei-lo em vermelho: a desconstrução da heteronormatividade. Você sabe o que isso significa? Em palavras simples, sem qualquer retórica, significa difundir por todos os meios possíveis o argumento que a heterossexualidade não é o único modo normal de se praticar sexo. Há outros. Todos normais. Ressalte-se. Isto é política de governo. O PNDH 3 é um decreto assinado por Lula.
Você vai ficar calado?
Outro ponto do PNDH 3 tem a ver com o estabelecimento de Conselhos para a diversidade religiosa, também pouco mencionado nas discussões que tenho acompanhado. Você já imaginou um conselho distrital ou municipal ditando regras em seu município ou região sobre o que você pode dizer em sua pregação ou que modelo deve privilegiar em sua liturgia?
Ainda assim você vai aceitar isso?
Grifei também o ponto que estabelece como programa de governo desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União. Algum evangélico mais afobado dirá: Isso não é conosco. É com os católicos. Outros, com o maior espírito democrático, argumentarão; o estado laico não pode ostentar símbolos de qualquer religião. No entanto, é preciso "ler" quais são as reais intenções por trás disso. Não pense que a ideia é simplesmente o estado laico e que pelo fato de ser "com eles" a fé não estará sendo vilipendiada. Essas medidas são apenas passos para se estabelecer, a qualquer tempo, o controle da religiosidade no país.
O último ponto que grifei, ainda na área religiosa, é o supra-sumo do controle estatal. Por ser um pouco longo vou transcrevê-lo, também em vermelho: Realizar relatório sobre pesquisas populacionais relativas a práticas religiosas, que contenha, entre outras, informações sobre número de religiões praticadas, proporção de pessoas distribuídas entre as religiões, proporção de pessoas que já trocaram de religião, número de pessoas religiosas não praticantes e número de pessoas sem religião. Você já pensou aonde chegarão essas pesquisas? Que resultados trarão? Que leituras serão feitas a partir delas? Que medidas serão tomadas com o uso delas pelo governo para "moldar" a religiosidade brasileira?
Lula tem razão: nunca antes neste país houve tantas tentativas de perpetrar barbaridades contra a democracia, incluindo-se aí o controle social dos meios de comunicação!
Vamos continuar dormindo o sono da indolência?
Acredite ou não, estamos a caminho do controle total do Estado sobre as liberdades no Brasil.
Cumpro o meu papel."
Espero, em Cristo, que consigamos, no exercício da democracia, postergar ou inibir de uma vez por todas um ato ditatorial como o que se prenuncia.
Sola Scriptura.
WOJ
Espaço onde lançarei minhas meditações sobre assuntos relacionados à Teologia e Assuntos diversos.
Senhor, ajude-nos a cairmos sempre prostrados aos seus pés em sinal de constrangimento, submissão e amor!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
BRAINERD: ELE ANDOU COM DEUS!
"Tão grande era o desejo de Brainerd de honrar a Deus que ele clamou cheio de gozo: 'Oh! Como eu desejo mais santidade! Oh, mais de Deus em minha alma! Oh, esta dor agradável! Ela faz minha alma buscar diligentemente a Deus".
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Muitos homens marcaram suas existências pela forma como se predisporam a viver, David Brainerd foi um desses. Viveu "apenas" vinte e nove anos (1718 - 1747), mas o suficiente para nos dar uma lição de como se vive para Deus. Encarnou o chamado ministerial e dedicou toda sua vida à obra que o Senhor lhe chamou - missionário entre os índios, muitos canibais, no Sul dos Estdos Unidos da América.
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Até aí, tudo bem, pois muitos vivem o ministério de forma intensa, mas Brainerd torna-se diferente, pelo fato de viver todo o seu ministério missionário - cavalgando durante dias e noites chuvosas, enfrentando ladrões e os perigos naturais - acompanhado de uma tuberculose que o enfraquecia lentamente. Brainerd não se deixou levar pelas ofertas que a vida lhe trazia, muito pelo contrário, foi rigoroso consigo mesmo ao aceitar o chamado.
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Com David Brainerd, aprendemos que:
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a) A relação com Deus está acima de tudo. Nossa vida não deve ser pautada por nada que não a Palavra de Deus e as convicções que Ela planta em nossos corações. Precisa-se de ouvidos e mentes atentas para não se deixar enganar com as possibilidades fáceis, entendendo que sejam bênçãos de Deus (muitas vezes não são). Brainerd escolheu um relacionamento mais íntimo com Deus, e, em nome dessa relação, investiu todos os seus bens; optou por não assumir a direção de igrejas maiores, pois entendeu que essa relação o conduzia aos índios.
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b) O exercício do ministério é estruturado nas convicções. Haverá momentos em que o ministro não terá o apoio esperado, e isso não será suficiente para o fazer retroceder. Brainerd teve todos os motivos naturais e humanos para voltar, pensar que já havia dado sua contribuição ao Reino, mas suas convicções alicerçaram seu ministério de tal forma que ele não voltou.
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Muitos estão parando, voltando e, até mesmo, desencorajando os mais novos quanto ao exercício do ministério. A falta de convicção os faz pensar e agir assim; mas o importante e essencial é que o alicerce de nossa fé seja a convicção da chamada; e o exercício do santo ministério seja a real razão de nossa existência.
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Quando faço ponderações sobre minha geração, confesso que me assusto. Assusto-me por que não vejo uma geração comprometida com o sagrado, muito pelo contrário, percebo uma geração em que aceita com facilidade as ofertasdo homem. Conseguem se deixar enganar. Confesso que acretido na tese de que muitos usam o ministério para o exercício empresarial; não acreditam mais nos fundamentos bíblicos; na escatologia puritana que ensina a vinda de Jesus, a realidade do céu, do inferno e que a prática do pecado impede o homem de chegar ao céu. Acredito piamente que muitos não acreditam mais nessas verdades, apenas pregam-nas para que possam usufluir dos benefícios ministeriais.
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Daivid Brainerd ainda fala aos nossos ouvidos:
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"...Oh, que eu possa sentir essa fome contínua, e não ser impedido, mas encorajado, diante de cada 'cacho de Canaã', a avançar pelo caminho estreito, para o gozo pleno e a possessão da herança celestial. Oh, que eu nunca perca tempo na minha jornada celestial".
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Sola Scriptura.
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WOJ
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
APENAS 3 RAZÕES POR QUE NÃO VOTO EM DILMA
Confesso que me sinto impactado pelo Senhor para me pronunciar, diante do que acontece na política brasileira. Estamos às portas de um pleito que, diferentemente, dos anteriores, marcará toda uma geração, pois há alguns assuntos de enorme interesse para o povo brasileiro, para os amantes dos bons costumes e da ética-moral aprendida e defendida pelos seguidores dos ensinamentos de Jesus Cristo; que estarão sendo postos à mesa. O vencedor dessas eleições, o novo Presidente do Brasil terá que se debruçar sobre tais assuntos e tomar decisões profundas.
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Li, atentamente, o post do meu amigo particular, Pr. Ezequias Amâncio Marins,(AQUI) e, diferentemente dele, não abrirei meu voto, mas reafirmo com todas as letras que NÃO VOTO EM DILMA ROUSSEFF para Presidente do Brasil. Há muitas razões para tal decisão, mas gostaria de citar apenas três:
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(a) ELA É FAVORÁVEL AO ABORTO. Enquanto eu viver sob as rédeas do Evangelho genuíno do Senhor, defenderei até a morte os ideais cristãos. Sou defensor da vida, e não entendo como correto, em quaisquer circunstâncias que não interfira na vida da mãe, toda e qualquer atitude que venha em direção oposta à vida. Defender o aborto é afrontar os desígnios de Deus; é submeter ao ridículo a tese de que todos são independentes para fazer o que quer de sua vida, quando a prática do aborto é uma decisão sobre a vida alheia, que não pertence nem mesmo a própria mãe.
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Afirmar que a Dilma fez acordo com lideranças evangélicas para que esse assunto seja discutido no Congresso e, por conseguinte, votar nela é um retrocesso inconcebível. É da alçada do Congresso Nacional a discussão de todos assuntos, inclusive esse. O que deve ser dito mesmo é que o assunto sobre o aborto já está elaborado e defendido "com unhas e dentes" por Dilma e os "aloprados" do PT no PNDH-3, editado pelo Presidente Lula, no final de 2009.
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Mais uma vez a Igreja Evangélica ou parte dela, sendo acompanhada pela direção de minha querida Assembleia de Deus, está na contra mão dos valores sagrados. Aqui, nesse assunto específico, dou às mãos ao movimento evangélico e à CNBB que, incansavelmente, declara sua opinião em favor dos princípios bíblicos em detrimento às propostas do PT e de Dilma.
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(b) DILMA AOPOIA DITADURAS SANGUINÁRIAS E FAZ CORO À PROPOSTA DO IRÃ. É incrível a forma como muitos não atentam para a gravidade dessa postura. É inconcebível que um amante dos princípios cristãos e, dito, seguidor das diretrizes de Jesus, possa acompanhar Dilma nessa política externa.
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A política externa de Lula e de Dilma é a política de dar as mãos à política sanguinária de ditadores como: Sudão, Cuba, Mianmar, Coréia do Norte, Irã e Venezuela. Todos esses países, além de desrespeitarem os direitos humanos, são perseguidores do Evangelho. A situação fica mais estarrecedora, no que concerne ao Irã. O Irã é um pais, cujo presidente afirma categoricamente que não suporta Israel; desconhece o Holocausto e sua missão é destruir Israel do mapa. Somos crentes em Jesus Cristo, sabemos dos princípios escatológicos e bíblicos; destarte, não podemos compactuar com tais proposituras. Não quero fazer parte de um grupo que, sordidamente, luta para a destruição de Israel.
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Minha oração e desejo são para que o Senhor abra os olhos de nosso povo brasileiro para que pense e repense; que não fique vislumbrados pelas políticas assistenciais de um partido que, com suas idéias, vai cobrar muito caro essa conta. Sejamos a favor dos princípios cristãos, mesmo que a defesa dos mesmos nos leve à contra mão do poder. Não podemos, em nome do poder, aliar-nos à pessoas que pensam o que Dilma Roussef pensa e pretende colocar em prática.
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(c) DILMA É A FAVOR DO PL 122. Ela é a favor da homofobia. Defende a relação homossexual e, pior, quer fazer da prática homossexual uma prática correta e, por que não dizer, a única correta, pois, com o PL 122, ela almeja amordaçar todos que pregarem contra a homossexualidade.
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Não somos, como cristãos, contrários aos homossexuais, mas somos categoricamente contrários às práticas homossexuais, pois ferem os preceitos bíblicos. É inadmissível que pessoas cristãs ainda pensem em votar em Dilma Rousseff, sabendo que sofrerão a lei da mordaça.
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Isso é o que penso.
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Sola Scriptura.
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WOJ
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Li, atentamente, o post do meu amigo particular, Pr. Ezequias Amâncio Marins,(AQUI) e, diferentemente dele, não abrirei meu voto, mas reafirmo com todas as letras que NÃO VOTO EM DILMA ROUSSEFF para Presidente do Brasil. Há muitas razões para tal decisão, mas gostaria de citar apenas três:
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(a) ELA É FAVORÁVEL AO ABORTO. Enquanto eu viver sob as rédeas do Evangelho genuíno do Senhor, defenderei até a morte os ideais cristãos. Sou defensor da vida, e não entendo como correto, em quaisquer circunstâncias que não interfira na vida da mãe, toda e qualquer atitude que venha em direção oposta à vida. Defender o aborto é afrontar os desígnios de Deus; é submeter ao ridículo a tese de que todos são independentes para fazer o que quer de sua vida, quando a prática do aborto é uma decisão sobre a vida alheia, que não pertence nem mesmo a própria mãe.
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Afirmar que a Dilma fez acordo com lideranças evangélicas para que esse assunto seja discutido no Congresso e, por conseguinte, votar nela é um retrocesso inconcebível. É da alçada do Congresso Nacional a discussão de todos assuntos, inclusive esse. O que deve ser dito mesmo é que o assunto sobre o aborto já está elaborado e defendido "com unhas e dentes" por Dilma e os "aloprados" do PT no PNDH-3, editado pelo Presidente Lula, no final de 2009.
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Mais uma vez a Igreja Evangélica ou parte dela, sendo acompanhada pela direção de minha querida Assembleia de Deus, está na contra mão dos valores sagrados. Aqui, nesse assunto específico, dou às mãos ao movimento evangélico e à CNBB que, incansavelmente, declara sua opinião em favor dos princípios bíblicos em detrimento às propostas do PT e de Dilma.
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(b) DILMA AOPOIA DITADURAS SANGUINÁRIAS E FAZ CORO À PROPOSTA DO IRÃ. É incrível a forma como muitos não atentam para a gravidade dessa postura. É inconcebível que um amante dos princípios cristãos e, dito, seguidor das diretrizes de Jesus, possa acompanhar Dilma nessa política externa.
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A política externa de Lula e de Dilma é a política de dar as mãos à política sanguinária de ditadores como: Sudão, Cuba, Mianmar, Coréia do Norte, Irã e Venezuela. Todos esses países, além de desrespeitarem os direitos humanos, são perseguidores do Evangelho. A situação fica mais estarrecedora, no que concerne ao Irã. O Irã é um pais, cujo presidente afirma categoricamente que não suporta Israel; desconhece o Holocausto e sua missão é destruir Israel do mapa. Somos crentes em Jesus Cristo, sabemos dos princípios escatológicos e bíblicos; destarte, não podemos compactuar com tais proposituras. Não quero fazer parte de um grupo que, sordidamente, luta para a destruição de Israel.
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Minha oração e desejo são para que o Senhor abra os olhos de nosso povo brasileiro para que pense e repense; que não fique vislumbrados pelas políticas assistenciais de um partido que, com suas idéias, vai cobrar muito caro essa conta. Sejamos a favor dos princípios cristãos, mesmo que a defesa dos mesmos nos leve à contra mão do poder. Não podemos, em nome do poder, aliar-nos à pessoas que pensam o que Dilma Roussef pensa e pretende colocar em prática.
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(c) DILMA É A FAVOR DO PL 122. Ela é a favor da homofobia. Defende a relação homossexual e, pior, quer fazer da prática homossexual uma prática correta e, por que não dizer, a única correta, pois, com o PL 122, ela almeja amordaçar todos que pregarem contra a homossexualidade.
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Não somos, como cristãos, contrários aos homossexuais, mas somos categoricamente contrários às práticas homossexuais, pois ferem os preceitos bíblicos. É inadmissível que pessoas cristãs ainda pensem em votar em Dilma Rousseff, sabendo que sofrerão a lei da mordaça.
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Isso é o que penso.
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Sola Scriptura.
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WOJ
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
UMA REFLEXÃO SOBRE A EXPO ANGRA 2010
Confesso que lutei contra mim mesmo na tentativa de não mais me posicionar sobre a Expo Angra; no entanto, o amor, o zelo, a ideologia, a práxis e a luta inconteste por uma teologia genuinamente bíblica e prática me levaram a, mais uma vez, debruçar sobre as páginas, tomar uma caneta e expor, de forma objetiva e coerente, algumas reflexões sobre esse tema. Alio a tudo isto, o belo artigo que li no blog do meu amigo particular Adelson Pimenta (Artigo na íntegra). Um artigo desprovido de qualquer tendência que não seja a firmação do correto; um artigo que nos leva, enquanto líderes de uma gama que abrange cerca de 25% da população angrense - os evangélicos-, no mínimo a uma reflexão profunda e des-preconceituosa, na luta incansável para um futuro menos inglório para o "evangelho" em nossa cidade.
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Já expus em artigos anteriores, pois minha voz ecoou, dentre os primeiros, sobre esse tema, meu pensamento alicerçado no que vejo e no que defendo, enquanto amante do estudo sistemático da sã doutrina. Reafirmo aqui que não sou contrário à ideia de se realizar uma Expo voltada para o movimento evangélico, pois representamos (entre filiados a uma igreja, afastado por motivos particulares e simpatizantes) mais de 50% da população de Angra. É mais do que justo que o poder público olhe, portanto, para essa fatia da sociedade do mesmo modo como olha para a outra quando realiza a festividade de final de ano e do carnaval (em ambos os festejos há a injeção de dinheiro público). Caso alguém defenda a tese de que os festejos de final de ano e carnaval são para toda a comunidade angrense, é sabido que, por razões estritamente de fé, os evangélicos jamais participariam (ainda que não condenem quem participe); doutra maneira, a Expo Angra também é para toda comunidade angrense.
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Penso que mais uma vez o evangelho sagrado sofrerá perdas incalculáveis:
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a) Por que a gerência estrutural e financeira não fica com a Secretaria de Cultura ou outro órgão do governo? Destarte, caberia ao governo municipal à prestação de contas, diga-se de passagem, "a pedra no calcanhar de Aquiles" desde nossa primeira Expo. Nessa linha de pensamento, vejo-me no intuito de me deixar conduzir pelos meandros das conjecturas a refletir ainda sobre o fato do próprio poder público ainda não ter se manifestado sobre o assunto. Por quê? Estaria se resguardando para alguma eventual ruptura política futura?
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b) Por que nossos líderes não fazem diferentes do que tudo que já foi feito até hoje "na história dessa cidade", estampando nas páginas dos jornais de maior circulação na cidade a prestação das contas e, fosse o caso, a devolução aos cofres públicos dos recursos não utlilizados? Isto posto, sou novamente conduzido à outras conjecturas: é isso mesmo que alguns ditos líderes desejam? Seria esse mesmo o caminho a ser percorrido, ou o olhar fixo e descompromissado com o sagrado (mais uma vez), fá-los leem que esta é a porta que o Senhor abriu para o progresso?
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c) Por que se percebe nitidamente o esvaziamento por parte de algumas lideranças das igrejas maiores em nossa cidade à frente dessa Expo Angra? Estaria chegando à conclusão de que esse não é o verdadeiro caminho a ser percorrido? Por que a massa evangélica já não está "comprando" a idéia de uma Expo como outrora?
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d) O casamento da Igreja com o Estado sempre fez mal à Igreja, é só analisar os anais da história e constatar, então, por que aqui nessa cidade há um grupo (mesmo que pequeno e que representa uma minoria da massa evangélica) que persiste nesse casamento?
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Enfim, cabe ressaltar que essas são reflexões sob a perspectiva bíblica e teológica, para uma reflexão político-social, recomendo a leitura do artigo publicado pelo meu amigo Adelson Pimenta. No entanto, não posso me calar, pois tenho absoluta certeza de que próximo, muito mais próximo do que pensamos, alguém trará a conta. Caberá a quem deve, pagá-la, mas sempre respinga alguma coisa sobre o evangelho.
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Minha conclusão vai na tentativa de que a direção da Expo faça uma reflexão do que foi feito, pese os prós e os contras a fim de que se chegue a um denominador comum, pois não vale a pena barganhar o sagrado nem pelo mundo todo pesado em ouro.
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Sola Scriptura.
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WOJ
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Já expus em artigos anteriores, pois minha voz ecoou, dentre os primeiros, sobre esse tema, meu pensamento alicerçado no que vejo e no que defendo, enquanto amante do estudo sistemático da sã doutrina. Reafirmo aqui que não sou contrário à ideia de se realizar uma Expo voltada para o movimento evangélico, pois representamos (entre filiados a uma igreja, afastado por motivos particulares e simpatizantes) mais de 50% da população de Angra. É mais do que justo que o poder público olhe, portanto, para essa fatia da sociedade do mesmo modo como olha para a outra quando realiza a festividade de final de ano e do carnaval (em ambos os festejos há a injeção de dinheiro público). Caso alguém defenda a tese de que os festejos de final de ano e carnaval são para toda a comunidade angrense, é sabido que, por razões estritamente de fé, os evangélicos jamais participariam (ainda que não condenem quem participe); doutra maneira, a Expo Angra também é para toda comunidade angrense.
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Penso que mais uma vez o evangelho sagrado sofrerá perdas incalculáveis:
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a) Por que a gerência estrutural e financeira não fica com a Secretaria de Cultura ou outro órgão do governo? Destarte, caberia ao governo municipal à prestação de contas, diga-se de passagem, "a pedra no calcanhar de Aquiles" desde nossa primeira Expo. Nessa linha de pensamento, vejo-me no intuito de me deixar conduzir pelos meandros das conjecturas a refletir ainda sobre o fato do próprio poder público ainda não ter se manifestado sobre o assunto. Por quê? Estaria se resguardando para alguma eventual ruptura política futura?
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b) Por que nossos líderes não fazem diferentes do que tudo que já foi feito até hoje "na história dessa cidade", estampando nas páginas dos jornais de maior circulação na cidade a prestação das contas e, fosse o caso, a devolução aos cofres públicos dos recursos não utlilizados? Isto posto, sou novamente conduzido à outras conjecturas: é isso mesmo que alguns ditos líderes desejam? Seria esse mesmo o caminho a ser percorrido, ou o olhar fixo e descompromissado com o sagrado (mais uma vez), fá-los leem que esta é a porta que o Senhor abriu para o progresso?
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c) Por que se percebe nitidamente o esvaziamento por parte de algumas lideranças das igrejas maiores em nossa cidade à frente dessa Expo Angra? Estaria chegando à conclusão de que esse não é o verdadeiro caminho a ser percorrido? Por que a massa evangélica já não está "comprando" a idéia de uma Expo como outrora?
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d) O casamento da Igreja com o Estado sempre fez mal à Igreja, é só analisar os anais da história e constatar, então, por que aqui nessa cidade há um grupo (mesmo que pequeno e que representa uma minoria da massa evangélica) que persiste nesse casamento?
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Enfim, cabe ressaltar que essas são reflexões sob a perspectiva bíblica e teológica, para uma reflexão político-social, recomendo a leitura do artigo publicado pelo meu amigo Adelson Pimenta. No entanto, não posso me calar, pois tenho absoluta certeza de que próximo, muito mais próximo do que pensamos, alguém trará a conta. Caberá a quem deve, pagá-la, mas sempre respinga alguma coisa sobre o evangelho.
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Minha conclusão vai na tentativa de que a direção da Expo faça uma reflexão do que foi feito, pese os prós e os contras a fim de que se chegue a um denominador comum, pois não vale a pena barganhar o sagrado nem pelo mundo todo pesado em ouro.
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Sola Scriptura.
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WOJ
sábado, 31 de julho de 2010
"OS MEUS OLHOS PROCURARÃO OS FIÉIS DA TERRA"
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É incrível a forma como alguns dão interpretações a determinados textos a revelia da análise pura e genuína, valendo-se apenas do que pressupõe ser verdadeiro. As verdades múltiplas não deixam de ser em face da utilização de um texto, mas a utilização de um texto pode não fundamentar tal verdade.
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No salmos de número 101 versículo 6, encontramos o texto "Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que estejam comigo; o que anda em caminho reto, esse me servirá." Muitas pessoas já afirmaram que é o Senhor quem procura os fiéis da terra. De certa forma, não estão falando algo que possa ser classificado como "aberração", pois é o que diz o Salmo 33.18.
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No entanto, há o equívoco hermenêutico na sua terceira regra que afirma: "Sempre consultar o contexto". É descabível, portanto, que se continue com o descuido deplorável em nome de uma humildade egoísta e cruel, praticando essas tolices. Afirmando o que a Bíblia não afirma; sendo infiel ao texto e diluindo a verdade plena, a mensagem convincente inerente no texto lido.
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À medida que se dá uma interpretação (mesmo que tenha uma essência verdadeira) a um texto que não seja a que prega a hermenêutica, no mínimo se esvazia e nega sua primeira e nítida mensagem.
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Valendo-se da hermenêutica, fica claro afirmar que é o próprio salmista, partindo do princípio de que deseja ardentemente uma mudança radical de vida e comportamento, quem faz tal afirmação. É o salmista Davi quem ora e diz ao Senhor que andaria com os homens de bem, não mais se relacionaria com os ímpios e que firmaria um pacto de fidelidade com o Senhor.
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Sola Scriptura.
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WOJ
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No salmos de número 101 versículo 6, encontramos o texto "Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que estejam comigo; o que anda em caminho reto, esse me servirá." Muitas pessoas já afirmaram que é o Senhor quem procura os fiéis da terra. De certa forma, não estão falando algo que possa ser classificado como "aberração", pois é o que diz o Salmo 33.18.
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No entanto, há o equívoco hermenêutico na sua terceira regra que afirma: "Sempre consultar o contexto". É descabível, portanto, que se continue com o descuido deplorável em nome de uma humildade egoísta e cruel, praticando essas tolices. Afirmando o que a Bíblia não afirma; sendo infiel ao texto e diluindo a verdade plena, a mensagem convincente inerente no texto lido.
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À medida que se dá uma interpretação (mesmo que tenha uma essência verdadeira) a um texto que não seja a que prega a hermenêutica, no mínimo se esvazia e nega sua primeira e nítida mensagem.
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Valendo-se da hermenêutica, fica claro afirmar que é o próprio salmista, partindo do princípio de que deseja ardentemente uma mudança radical de vida e comportamento, quem faz tal afirmação. É o salmista Davi quem ora e diz ao Senhor que andaria com os homens de bem, não mais se relacionaria com os ímpios e que firmaria um pacto de fidelidade com o Senhor.
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Sola Scriptura.
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sábado, 5 de junho de 2010
Só subverte, quem conhece!
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No final do ano de 1998, quando ainda estudava na UEMG, vi algumas pessoas do curso de Pedagogia com umas camisas, trazendo uma frase que causou alguns impactos: "Só subverte, quem conhece". Fiquei atento àquela frase e busquei perscrutar no profundo daquelas letras e sugar todo néctar possível daquela mensagem. Confesso que até hoje sinto o sabor desse néctar; grandes e profundas reflexões me são possíveis, pois ainda vivo sob o impacto de saber que só se pode viver plenamente aquele que conhecer o caminho simples do conhecimento.
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a) O conhecimento de que Cristo é nosso alvo.
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É de suma importância saber que a subversão possui sentidos que podem levar ao confronto de uma ideologia firmada e amplamente divulgada como sendo correta e verdadeira - e o é dependendo do prisma. No entanto, toda subversão que parte do princípio de que Cristo não é o foco, o alvo; é uma subversão oposta aos anseios do verdadeiro cristianismo. O interessante é que há cristãos que desconhecem esse fator e se apegam a toda sorte de subversão.
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A verdaeira subversão é aquela causada por um cristianismo seguro, puro e límpido. Desprovido de qualquer apatia. O próprio fato de se entregar a Cristo e, por conseguinte, tê-lo como alvo pemanente, já causa um impacto tal que a sociedade nos vem como verdadeiros subversivos.
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b) O conhecimento das sagradas escrituras.
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A falta de conhecimento bíblico conduz muitos à ruína e ao pecado. O Senhor Jesus disse que o povo errava por não conhecerem as escrituras. A falta de conhecimento tem levado muitos a firmarem contratos com pecadores e fariseus. Percebe-se, logo, a formação de uma massa ambulante, facilmente influenciada e conduzida. O conhecimento bíblico produz homens capazes de impactar e subverter essa geração. Só os, verdadeiramente, conhecedores das sagradas escrituras são aptos para impactar nossa geração e fazer cumprir os ideais de Cristo.
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É sabido perfeitamente que muitos no passado já lutaram pelo conhecimento e que muitos, nesse afã, já se deixaram perder, mas também é de conhecimento de todos que as lutas e as batalhas travadas em nome de um ideal causaram impactos históricos. Muitos escreveram lindas páginas com suas vidas, lutas e sangue. A Igreja de Jesus precisa também escrever, mas escrever com sua vida, com sua prática, com seu conhecimento aquela que será a página mais linda da história.
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Cabe a essa geração impactar, mas impactar de tal modo que arraste muitos à reflexões profundas e plenas. Subverteremos? O futuro o dirá.
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Sola Scriptura.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
DIVERGÊNCIAS PERIGOSAS
"Os homens estão andando e correndo pelos mesmos
caminhos em que os anjos andam com as
pontas dos pés."
Nunca me esqueço daquele dia, na sala de aula do Instituto Bíblico, quando o Rev. Kolenda deu essa resposta a um amigo que lhe perguntava sobre seu posicionamento a cerca dos "dentes de ouro". Confesso que fiquei perplexo com tal resposta, mas depois de alguns dias pude digeri-la e, então, entendê-la perfeitamente.
Toda aquela parafernalha sobre o evento dos "dentes de ouro" que levou muitos a discussões profundas, só me fez entender que, verdadeiramente há caminhos por onde andamos sem que desejássemos, tal qual Jesus disse a Pedro: "Quando eras menino, agias como menino e andava por onde queria; mas quando fores velho, estenderás as mãos e outros te cinvirá e te levará para onde não teres" (Jo 21.18).
Os últimos acontecimentos que permeiam e envolvem diretamente o posicionamento de nossa instituição Assembleia de Deus, tem me elvado à profunda reflexão. Óbvio que tenho posicionamento embasado em convicções teológica e doutrinária e, como ferrenho crítico aos postulados da Teologia da Prosperidade, não concordo em absolutamente nada do que vejo nos programas de TV, sob a liderança de uma pessoa que exerce uma função de comando na dita Instituição. No entanto, percebo também que os fóruns internos não estão sendo utilizados para resolver tais divergências.
O Conselho de Doutrina da CGADB e a Comissão de Apologética já emitiram pareceres sobre a Bíblia de Estudo Dake (e sobre esse assunto já me posicionei em um artigo aqui publicado) utilizando o fórum adequado. Penso que cabe ao órgão competente solucionar esse dilema, pois estamos às portas do centenário de uma Instituição, cuja base é completamente divergente. Não há como uma mente séria conceber a ideia de uma liderança convocar pastores para assistir a programas particulares para tratar de assuntos internos. Há reuniões de Conselhos, AGEs para tratar de quaisquer assuntos.
Minha oração é para que tenhamos divergências, sim, pois no contraditório é que nos aprofundamos, mas que não seja no caminho perigoso. Que não espalhemos dúvidas e abalemos, com isso, a fé dos "inocentes". Como disse Millard J. Erickson na conclusão de seu livro "Opções contemporâneas na escatologia", citanto o pseudônimo Rupertur Meldenius:
Nos assuntos essenciais, unidade;
nos assuntos de dúvida, liberdade;
em todas as coisas, caridade
domingo, 21 de março de 2010
FORÇA NA FRAQUEZA
Forjai espadas das relhas dos vossos arados,
e lanças das vossas podadeiras.
Diga o fraco: eu sou forte.
Jl 3.10
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A mensagem supra, extraída do livro de Joel, é muito contundente, atual e transporta-nos a um patamar de elevada responsabilidade ante às realidades que permeiam nosso viver, seja no plano fésico, material ou no metafísico, espiritual e místico.
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Joel conclama o povo a uma reflexão profunda da realidade, atribuindo à confiança no Senhor o sucesso e a vitória final. Diante dos agravos que assolavam o caminho da nação escolhida por Deus para ser o "espelho" que refletisse as verdades supremas do Altíssimo, não cabia ao povo outra atitude que não fosse voltar a Deus.
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Interessante, como esse texto é atual! Alguns pontos devem ser observados com maestria, pois revelam o caminho por onde o cristão deve andar:
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(a) Reconhecer seus limites.
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O texto é claro quando afirma que o povo deveria se conscientizar de que era fraco ("Diga o fraco"). Alguém disse que quando se chega ao fundo do poço e se conscientiza de que não há mais solução nem saída para uma determinada situação, o homem "escancara" uma porta para Deus; pois o agir de Deus se faz salutar na insignificância do homem.
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Não há super-homem, muito menos super crente! O que há, são seres humanos falíveis, limitados e incapaz diante das investidas espirituais que agem nas regiões celestiais. É o paradoxo que envolve a ortodoxia: somos justificados, mas continuamos pecadores. Não se explicam os paradoxos que envolvem o cristianismo, apenas se aceitam e o vivenciam na extensão da fé; diria até na extensão do "salto da fé" sobre o qual falou muito bem Kierkegaard.
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(b) Reconhecer o Senhor como o Sujeito e não como o objeto.
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Percebe-se em toda a Bíblia, mas quero me reportar à teologia paulina para afirmar a centralidade incondicional da supremacia de Deus em detrimento a qualquer ação humana. Para Paulo, o homem é um ser infinitamente limitado que não possui condições alguma de tomar decisões; destarte, cabe sempre ao Senhor o primeiro passo.
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Por esta razão, o caminho delineado pelo Senhor para que o cristão seja vencedor, tramita a conscientização de que o Senhor é forte e por Ele, através dEle e por meio dEle, é que se pode afirmar que é forte. O texto supra está de comum acordo com o paradoxo da fé: o fraco deve afirmar que é forte. Se é fraco, não se é forte; se é forte não se é fraco, afirma a ordem natural e lógica que regem a conduta humana; no entanto, como a lógica e a ordem que regem a conduta do cristão não é tão lógico nem ordena assim, o fraco pode afirmar que é forte!
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Esse paradoxo se aceita pelo "salto da fé" e se explicita pela entrega total e incondicional à soberania do Senhor. O cristão é forte não pela sua força, mas pela força que emana do Senhor; ou seja, o sujeito da ação - Deus - torna o objeto - o homem - um ser forte.
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É por esse caminho que o cristão deve andar, é por esse paradoxo que o cristão de se nortear. Assim assevera o apóstolo Paulo:
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"Pelo que sinto prazer nas 'fraquezas', nas injúrias, nas necessidades, nas perseguções, nas angústias por amor de Cristo. Pois quando estou 'fraco', então sou 'forte'." 2 Co 12.10
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Perceba que Paulo afirma que quando "está" fraco, então ele "é" forte. Que esse entendimento seja real na vida do cristão, pois assim pode-se afirmar que o caminho da vitória final está traçado.
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Sola Scriptura
quarta-feira, 10 de março de 2010
Raquel será o seu nome
O dia 09 de março seria um dia normal. Iniciou como um dia normalíssimo. Um lindo dia de verão com sol e calor. Como todos os dias, levantei-me às seis horas da amnhã, tomei um banho, tomei um café ao lado de minha esposa e fui trabalhar. Tudo normal para pessoas normais.
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À tarde, fui à auto escola a fim de dar entrada aos documentos para inclusão de carteira de habilitação; fiz os exames de vista e psicotécnico, almocei com um grande amigo e me preparei para receber aquela que seria a notícia que mudaria "a cara" do meu dia.
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Minha esposa com sua mãe estavam na clínica para a ultrassonografia. Cheguei, faltando cerca de 5 minutos para encerrar a ultra, mas foi o suficiente para receber a notícia: "Meus parabéns, papai, sua filha está perfeita!"
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Não sei se houve uma exclamação, mas a ouvi como se o Dr. expondo todo seus sentimentos de alegria e solidariedade exclamasse. É isso mesmo, minha filha está sendo gerada há 21 semanas. A Raquel (este será o seu nome) é o grande presente que nosso Deus nos dará esse ano.
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Não sei a humanidade toda, mas eu e minha esposa estamos e somos os seres mais felizes desse mundo pela doce e amada Raquel.
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Obrigado, Senhor!
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À tarde, fui à auto escola a fim de dar entrada aos documentos para inclusão de carteira de habilitação; fiz os exames de vista e psicotécnico, almocei com um grande amigo e me preparei para receber aquela que seria a notícia que mudaria "a cara" do meu dia.
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Minha esposa com sua mãe estavam na clínica para a ultrassonografia. Cheguei, faltando cerca de 5 minutos para encerrar a ultra, mas foi o suficiente para receber a notícia: "Meus parabéns, papai, sua filha está perfeita!"
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Não sei se houve uma exclamação, mas a ouvi como se o Dr. expondo todo seus sentimentos de alegria e solidariedade exclamasse. É isso mesmo, minha filha está sendo gerada há 21 semanas. A Raquel (este será o seu nome) é o grande presente que nosso Deus nos dará esse ano.
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Não sei a humanidade toda, mas eu e minha esposa estamos e somos os seres mais felizes desse mundo pela doce e amada Raquel.
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Obrigado, Senhor!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
QUANDO O "EVANGELHO" PERDE O SENTIDO
Há cada dia que passa, mais me convenço de que o evangelho perde o sentido para muitos. Muitos que frequantam igrejas regularmente, muitos que estão devidamente inscritos na igreja institucional, cantam nos conjuntos, até comungam da Santa Ceia do Senhor. São batizados nas águas "por imersão" (como se fosse mais bíblico); no entanto, o evangelho que seguem não tem sentido. Parece paradoxal?
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Acredito piamente que muitos não se desviam dos caminhos do Senhor - no sentido de não saírem da igreja-instituição - por razões sociais. Estão acostumados à vida social da igreja; ali estão seus amigos e colegas e cultos; ali eles nasceram, desenvolveram-se, criaram raízes. Não sei se saindo do meio eclesiástico conseguiriam viver com o mesmo entusiasmo em que vivem. Pura conveniência! Sim, é conveniente para muitos levar a vida que levam ... socialmente.
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Acredito piamente que muitos não se desviam dos caminhos do Senhor - no sentido de não saírem da igreja-instituição - por razões sociais. Estão acostumados à vida social da igreja; ali estão seus amigos e colegas e cultos; ali eles nasceram, desenvolveram-se, criaram raízes. Não sei se saindo do meio eclesiástico conseguiriam viver com o mesmo entusiasmo em que vivem. Pura conveniência! Sim, é conveniente para muitos levar a vida que levam ... socialmente.
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Acredito piamente que muitos continuam na igreja-instituição por que gostam da vida que levam. São amigos dos evangélicos. Gostam de cantar ao microfone, gostam de fazer os solos e ver a igreja "alvoroçar" sob o poder de Deus; gostam dos movimentos pentecostais que levam-nos ao êxtase inexprimível e ao "reteté" indizível. Gostam dessa vida.
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Acredito piamente que muitos continuam na igreja-instituição por que é dali que retiram sua sobrevivência. São "pastores" e supostos "líderes" que já não acreditam nos princípios basilares da fé cristã. Não tem temor em manchar o nome do Senhor Jesus, quando se vendem por algumas migalhas, quando negociam "suas" ovelhas. Princípos como céu, inferno, arrebatamento da igreja, santidade, alienação do pecado, etc.; não fazem parte da conduta desses homens. O que importa é o dinheiro, o status social. É a partir daí que se mede a suposta presença de Jesus em sua vida.
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O Evangelho, para esses, não possui sentido algum. O que Jesus ensinou - tudo aquilo que está na Bíblia - não tem valor, pois se afastaram dos princípios norteadores da fé cristã.
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Quando o Evangelho perde o sentido não somos mais o que Jesus desejou que fôssemos.
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Quando o Evangelho perde o sentido não nos importamos com as ações - consequências de um coração transformado - mas com as ações - c0nsequências do legalismo.
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Quando o Evangelho perde o sentido os princípios são utopias não possíveis.
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Quando o Evangelho perde o sentido somos mais um no meio da multidão.
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E quando Cristo voltar? "Achará fé na terra"?
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Sola Scriptura
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